13h05min - A fala foi gravada na manhã de hoje, no estúdio da rádio comunitária. Em pauta: o incêndio de ônibus da Secretaria de Saúde, sobre que a autoridade só adotará providências saneadoras após laudo pericial. O ex-prefeito Batista Ribeiro e outro setor de opinião emitiram juízo a priori, caracterizando o fato como terrorismo e atentado. Falou acerca da sinalização turística da cidade (que está sendo implantada pelo Estado em projetos para muitos municípios); Paracuru em feira internacional do turismo (por iniciativa da novel Associação Turística de Paracuru) e mpliação e reforma da escola do Sítio Inglês. A pavimentação continua. 13h13min - Apoio aos esportes. Liga, futebol, surfe e outras modalidades, com responsabilidade administrativa, dadas as limitações de recursos. A base é o "pensamento no ser humano".
A prefeita não tocou na convocação extraordinária da Câmara Municipal, por motivo relevante, para criar a denominação de Avenida Beira-Mar e referendar o projeto do trecho entre a praia da Boca do Poço e a Praça José Carvalho (ou da Monguba ou da Descida ou do Farol). (Os vereadores, que ordinariamente se reúnem uma vez por semana, não poderão ter, no caso, remuneração extra, como em situação recente, vez que "o art. 57, § 7.º da Constituição da República estabelece expressa vedação ao pagamento da parcela de natureza indenizatória ao parlamentar convocado para a sessão legislativa extraordinária, a qual ocorre no período do recesso parlamentar".)
EDH pretende captar recursos do Prodetur para construção da via, cuja importância, -- do ponto de vista urbanístico e ambiental, -- é bastante discutível. Se concretizada, esta será a menor beira-mar do mundo (645 metros por 3 metros), interligando dois pequenos bairros de pequeno movimento. Para turistas e visitantes, poderá vir a ser uma espécie de circuito das barracas, se estas se reciclarem na qualidade dos serviços. O polo oeste da BM, a Praça José Carvalho, -- a tão-somente 50 metros do paço municipal, -- é objeto de ação civil pública por improbidade administrativa na justiça federal, está inconclusa e a prefeitura poderá ser responsabilizada por sua depredação, dada a inexistência de vigilância municipal diuturna.
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